Por Federico Rodríguez
Usar a tecnologia para melhorar os serviços oferecidos à população funciona para qualquer pessoa, empresa ou indústria, sem exceção. Um exemplo claro disso ocorre no setor da saúde, que começou a adotar novas tecnologias e dispositivos para oferecer melhor serviço aos pacientes, prover melhores ferramentas à equipe médica a fim de que ela realize seu trabalho com mais eficiência para diagnosticar e tratar enfermidades.
Mobilidade e dados para a saúde
Melhorar a saúde dos pacientes e seus cuidados por meio de dispositivos, dados e ferramentas via Internet das Coisas não é algo futurista. O Hospital Henry Mayo Newhall em Valencia, Califórnia, conduziu a implementação de um sistema de registro único para os médicos que permite acesso à informação dos pacientes a partir de qualquer dispositivo móvel.
Baseado em tecnologia Microsoft, este sistema é executado em Windows Server, Microsoft SQL Server e Active Directory Domain Services e reduziu em 95% o tempo de entrada, o que permite que os médicos passem mais tempo com os pacientes. Além disso, eles podem atender aos pacientes a partir de qualquer ponto do hospital, graças aos recursos de acesso do histórico médico via dispositivo, de gerar receitas e o de revisar resultados de laboratórios.
Agora, imagine ter a possiblidade de acessar múltiplos registros médicos eletrônicos (EMR, na sigla em inglês) por meio de dados organizados, com informação relevante do paciente em uma interface amigável. Isso é possível graças ao VitalHub Chart, um aplicativo nativo no Windows 8.1 que permite acesso a partir de qualquer lugar, em qualquer momento, a dados críticos do paciente a fim de oferecer o melhor tratamento possível. Os médicos podem ter acesso a esses dados no PC do escritório ou em dispositivo móvel.
As instituições de saúde lidam com grandes quantidades de dados de seus pacientes e encontrar um modo de oferecer melhores diagnósticos, recomendações de tratamento mais adequadas e ainda avaliar os riscos futuros de um paciente, são metas que elas desejam atingir.
A nuvem saudável
Atualmente, já existem instituições médicas que tiram proveito da computação na nuvem para uso analítico em saúde; uma tecnologia simples e de preço acessível, como meio para atingir esses objetivos. Um exemplo é o Hospital Ruijin, da Escola de Medicina da Universidade Shanghai Jiao Tong, que, por meio de uma aplicação baseada em SQL Server, ajuda os médicos a revisar incompatibilidades no momento de prescrever medicamentos.
Além disso, eles usam uma ferramenta de relatórios que tornou mais eficazes os diagnósticos dos pacientes, pois permite analisar o histórico de pacientes com sintomas similares, consultar os médicos desses pacientes e estabelecer um diagnóstico mais preciso com os sintomas individuais de cada paciente.
Mas não só há aplicações ou tecnologias para melhorar o cuidado e o tratamento dos pacientes, os dispositivos também desempenham um papel importante. Há um projeto implementado pelo Hospital Presbiteriano de Nova York no qual as tradicionais campainhas para chamar as enfermeiras foram substituídas por tablets, que permitem aos pacientes acessar seus dados pessoais de saúde.
O Centro Médico da Universidade de Pittsburgh também trabalha com uma plataforma baseada em Windows 8.1 que permite aos médicos alternar entre diferentes aplicações com apenas um toque na tela, sem sair do contexto do paciente.
Essa é uma época de mudança, de transição entre gerenciar grandes quantidades de dados relacionados a pacientes por meio de PCs e se ver inundado com informações de diferentes fontes que antes complicavam o diagnóstico.
Cada vez cresce mais o número de instituições que adotam a Internet das Coisas, computação na nuvem, soluções de mobilidade e análise para oferecer um serviço melhor aos pacientes e obter mais produtividade. A Microsoft, por meio de seus dispositivos e serviços, ajuda a indústria da saúde a cumprir sua visão de prover o melhor serviço a mais pessoas em menor tempo, com mais rapidez e eficiência, a partir de qualquer lugar e a qualquer momento.
