Microsoft Portugal e CCISP assinam Protocolo para aumentar competências digitais dos alunos portugueses

A Microsoft Portugal e o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) assinam hoje um Protocolo de parceria para o alargamento da rede de Academias Microsoft a todas as Instituições de Ensino Superior Politécnico em Portugal. Este Protocolo visa contribuir para o aumento, a curto prazo, do número de alunos que saem destas instituições com competências e qualificações digitais acrescidas, estando assim melhor preparados para ingressar o mercado de trabalho.

O memorando, agora assinado, destina-se a estudantes de todas as áreas – tecnológicas e não tecnológicas. No primeiro caso, visa dotar os alunos de competências avançadas, especializações tecnológicas e certificações mundialmente reconhecidas. Para os estudantes de áreas não tecnológicas, o objetivo é dotá-los de competências e qualificações digitais básicas, mais vocacionadas para uma melhor preparação para o mercado de trabalho – em que a transformação digital é uma realidade -, princípios de Literacia Digital, e competências básicas e avançadas na ótica do utilizador, em especial na área das aplicações de produtividade (p.ex. Excel, Powerpoint, Word, etc).

No âmbito do Protocolo, a Microsoft Portugal apoia a implementação do projeto nas Academias, oferecendo formação aos responsáveis de cada uma das instituições, garantindo um “Kit” Academia com material de marketing para o rebranding das salas afetas ao projeto, apoiando a definição das prioridades de formação e certificação em função das áreas de formação dos estudantes e dos níveis de ensino (TESPs, Licenciatura ou Mestrado), promovendo competições entre os alunos/academias e apoiando especializações em IT, com forte aposta na formação em tecnologias Cloud. A Microsoft disponibiliza-se ainda para facilitar o contacto entre as Academias e o seu ecossistema de parceiros (atualmente mais de 2.600), garantindo uma convergência entre as necessidades de recrutamento das empresas de IT e os cursos/certificações a apostar, promovendo a empregabilidade dos alunos.

O Protocolo enquadra-se no eixo da Especialização da iniciativa INCoDe.2030 e tem como objetivo a certificação de, pelo menos, 55% dos alunos do Ensino Politécnico até 2020 – 15 a 20 mil alunos com certificações MOS, e até 3 mil alunos com certificações MTA – valores por ano.

“A formação específica no plano das competências digitais está intrinsecamente relacionada com a necessidade de alargar a base social do ensino superior com as estratégias de qualificação dos portugueses. Em 2025 a maioria dos postos de trabalho exigirá formação superior e /ou especialização técnica, sendo que neste preciso momento cerca de 70 milhões de cidadãos europeias carecem ainda de competências adequadas de leitura e de escrita”, referiu Maria Fernanda Rollo, Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

“A criação de uma rede de Academias e esta parceria com a Microsoft constitui um marco. Representa a vontade do Ensino Politécnico formar os seus estudantes com mais competências digitais e, desta forma, prepará-los ainda melhor para o mercado de trabalho cada vez mais exigente”, considerou Nuno Mangas, Presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.

Para Paula Panarra, a assinatura deste Protocolo “é um contributo claro à aquisição de competências digitais dos alunos do Ensino Superior Politécnico e pretende apoiar, de forma significativa, a sua melhor integração no mercado de trabalho. O mercado de TI em Portugal necessita de cada vez mais profissionais, e a formação e certificação no âmbito das Academias IT da Microsoft pretende aumentar a oferta, cativando e formando jovens para os trabalhos do futuro”.

O atual mundo digital coloca novos desafios aos alunos e professores do século XXI e as competências digitais são cada vez mais um fator determinante no contexto académico e profissional. As Academias Microsoft fornecem a educação, as competências e as certificações em tecnologia reconhecidas pela indústria que os estudantes necessitam para terem sucesso no mercado de trabalho.

A assinatura deste Protocolo coincide com a celebração da Hora do Código, iniciativa que, em 2016, contou com a participação de mais de 100 milhões de estudantes em todo o mundo.