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mulher comfone de ouvido trabalhando no computador

Relatório COVID-19: Tecnologias para auxiliar na Educação e Ensino a Distância

Como continuação das publicações sobre o nosso Relatório Microsoft COVID-19: Como a tecnologia ajudou empresas e sociedade a enfrentar os desafios trazidos pela pandemiasaiba como as nossas tecnologias auxiliaram na educação e no ensino à distância durante o período de isolamento social em 2020.

Confira, também, como as nossas tecnologias estão auxiliando a saúde pública e como as soluções inovadoras da Microsoft estão impulsionando a economia. 

Destaques: 

Mais de 134 mil estudantes do SESI de todo o Brasil participaram do desafio relâmpago, utilizando a versão educacional do Minecraft, e criaram no jogo um “mundo” antes da pandemia e outro depois. 

Desde maio de 2020, 224 mil estudantes das Etecs e 85 mil alunos das Fatecs, administradas pelo Centro Paula Souza, estão tendo aulas remotas utilizando o Teams. 

Desde a suspensão das aulas presenciais, a Escola Divina Providência mantém mais de mil alunos e professores do Ensino Fundamental II e Ensino Médio seguindo o calendário acadêmico remotamente via Teams. 

Alunos de Etecs e Fatecs usam o Microsoft Teams para acompanhar aulas remotas  

Desde o dia 4 de maio de 2020, os alunos das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e das Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs) estão fazendo aulas remotas utilizando a plataforma de colaboração e comunicação Microsoft Teams. Para tornar isso possível, o Centro Paula Souza (CPS), que administra tanto as faculdades quanto as escolas técnicas, capacitou professores e alunos para o uso da ferramenta de aprendizagem virtual. 

computador aberto com microsoft teams

A adaptação ao modelo remoto foi feita no mês de abril, quando entrou em vigor o recesso escolar estabelecido por conta da pandemia da COVID-19. Nesta fase, foram disponibilizados vídeos tutoriais, uma Cartilha com noções iniciais sobre a solução e até aula com especialista em soluções de tecnologia da Microsoft, Francisco Bezerra.  

O CPS ofereceu para toda a sua comunidade acesso gratuito ao Teams, transformando a plataforma num ambiente virtual de aprendizagem que permite aos alunos assistir às aulas em tempo real e interagir com colegas de classe e professores. Eles podem acessar os recursos do aplicativo pelo celular, tablet, notebook ou computador utilizando o e-mail institucional.  

Os vídeos tutoriais disponibilizados para os alunos sobre o Teams foram apresentados pelo coordenador de projetos do Grupo de Estudos de Educação a Distância (Geead), Sandro Valérius, e abordam temas como acompanhamento das atividades propostas pelos professores, acesso aos conteúdos, interação com colegas de turma e como comentar e esclarecer dúvidas on-line.  

A adoção das aulas on-line foi uma medida tomada para reduzir o impacto da pandemia no aprendizado ao longo do ano letivo, que levou à suspensão das aulas presenciais. Segundo o CPS, o rendimento dos alunos é medido com base em critérios como acesso às salas de aula, permanência, participação em atividades em tempo real e realização de tarefas solicitadas por meio do Teams.  

Por meio da ferramenta, as turmas são divididas entre grupos e as disciplinas por pastas. Isso permite que o aluno faça o compartilhamento de arquivos de maneira organizada. Eles também podem acessar videoaulas, trocar documentos via chat e editar Alunos de Etecs e Fatecs usam o Microsoft Teams para acompanhar aulas remotas Desde o dia 4 de maio de 2020, os alunos das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e das Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs) estão fazendo aulas remotas utilizando a plataforma de colaboração e comunicação Microsoft Teams. Para tornar isso possível, o Centro Paula Souza (CPS), que administra tanto as faculdades quanto as escolas técnicas, capacitou professores e alunos para o uso da ferramenta de aprendizagem virtual. arquivos on-line, em parceria com os professores, facilitando tanto a realização da atividade quanto a correção.  

A Microsoft e o CPS têm uma parceria de longa data para promoção da transformação digital das instituições de ensino que, além de administrar as Etecs e as Fatecs, conta com classes descentralizadas em cerca de 300 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 224 mil estudantes nos Ensinos Técnico, Integrado e Médio. Nas Fatecs, o número de matriculados nos cursos de graduação tecnológica supera 85 mil alunos. 

Aulas remotas 

Em tempos de ensino a distância, SESI usa Minecraft para estimular o envolvimento dos estudantes 

Não é de hoje que a versão educacional do Minecraft é utilizada pelos docentes para estimular a criatividade e a colaboração dos estudantes, por meio de diversas atividades abordando temas e conteúdo das áreas de conhecimento. 

menino no notebook e prato com frutas

Com a suspensão das aulas presenciais por conta da pandemia da COVID-19, o Serviço Social da Indústria (SESI) decidiu recorrer ao jogo para incrementar o envolvimento dos estudantes na aprendizagem e ainda desenvolver habilidades como criatividade e inovação. Isso porque o jogo torna o processo mais divertido e lúdico.  

Para incentivar os mais de 134 mil estudantes do Ensino Fundamental I e II (6 a 14 anos) da rede de escolas do SESI de todo o Brasil, o SESI Nacional criou um desafio relâmpago para eles criarem no jogo um “mundo” antes da pandemia e outro depois. Para executarem o desafio na plataforma, os jovens pesquisaram sobre os impactos da doença e o que ela provoca de mudanças no comportamento das pessoas, nos estabelecimentos comerciais e nos serviços públicos, em sua própria cidade e em sua escola.  

Como antes essa versão do Minecraft era utilizada apenas nos computadores dos laboratórios das escolas, a primeira medida tomada pelo SESI foi liberar o uso do jogo pelos alunos estudantes e docentes em suas casas. A BigBrain, parceira da Microsoft no setor de educação, foi a empresa responsável por este processo. Ela também apoiou capacitando os educadores para uso da solução nas atividades e criação de desafio, bem como preparou um manual de instalação do jogo para ajudar os estudantes e pais a fazerem a configuração nos computadores em casa.  

 Com o uso da ferramenta de aprendizagem gamificada, o SESI pretendia manter os estudantes focados e interessados nas aulas remotas. Assim, todas as áreas de conhecimento poderiam ser trabalhadas por meio da plataforma. Um exemplo de como isso acontece foi o desafio “Mundo em Ação! Prevenção e Educação”, que tornou possível trabalhar a autonomia do estudante. Ao desenvolver esta habilidade, ele se torna protagonista, tanto na busca de informações quanto na escolha dos elementos utilizados para montar o seu “mundo” antes e depois da pandemia.  

Microsoft e SESI são parceiros desde 2017, visando ampliar as possibilidades de educação por meio da tecnologia. Como a rede de escolas é vinculada à indústria, setor muito ligado à tecnologia, os estudantes da rede SESI precisam ter acesso às modernas e inovadoras soluções desenvolvidas para a educação e o mundo do trabalho. Por isso, ao longo da última década, o SESI trouxe para as salas de aula modernas tecnologias de ensino.  

A educação oferecida pela rede prioriza a abordagem STEAM, termo em inglês que engloba as áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes + Design e Matemática, que são consideradas habilidades fundamentais para o profissional do futuro.  

Atualmente, o SESI oferece Educação Básica prioritariamente para os trabalhadores da indústria e seus dependentes, com escolas distribuídas em todas as Unidades da Federação, e que atendem desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, além da Educação para Jovens e Adultos. 

Cuidados com saúde mental dos alunos durante a pandemia  

Criar uma plataforma eficiente para realização de aulas remotas e capacitar os professores para utilizarem a tecnologia não foram os únicos desafios enfrentados pelas escolas durante a pandemia. Surgiu também a preocupação com a saúde mental dos alunos. Afinal, o isolamento social mudou tudo com que eles estavam acostumados, desde a convivência com amigos e professores e até mesmo o fato de ficarem fechados em casa. 

duas pessoas trabalhando no mesmo computador

Pensando nisso, a Escola Divina Providência, de Jundiaí (SP), criou uma rede de apoio para seus alunos por meio da plataforma de colaboração e comunicação Microsoft Teams. Por meio dela, os estudantes passaram a trocar experiências sobre autocuidado com a mente e o corpo, e são incentivados pelos professores a gerar conteúdo zelando pela sua própria saúde e a de seus familiares.  

Protagonistas, os alunos produzem vídeos, textos ou outros materiais que mostram maneiras de se cuidar, atividades para ser feitas em casa e dão dicas para manter uma rotina saudável mesmo em tempos de isolamento social. Todos os conteúdos são compartilhados pelo Teams, inclusive as trocas e discussões com a classe. Entre os conteúdos compartilhados, há vídeos ensinando a fazer origami como forma de atividade terapêutica ou dos alunos explicando para os avós e parentes a necessidade do isolamento social.  

Desde a suspensão das aulas presenciais, a escola mantém os mais de mil alunos e professores do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Ensino Médio com a carga horária normal, seguindo o calendário acadêmico remotamente. Isso se deu porque as aulas são dadas ao vivo, por videoconferência, e alguns docentes também gravam e disponibilizam vídeos com conteúdo para serem acessados antes ou depois da aula para discussão, via chat no Teams.  

Na plataforma de colaboração da Microsoft é possível criar um ambiente único para todos os alunos, professores e equipe de gestão da instituição de ensino. Todos em um só lugar. Nela, as aulas podem ser realizadas ao vivo, além de gravação e upload de vídeo, chats interativos, edição de documentos simultaneamente e organização de materiais por turmas e disciplinas.  

A Escola Divina Providência programou as turmas e os materiais por disciplina no Teams. Os alunos conseguem criar e editar documentos ao mesmo tempo, facilitando o trabalho em grupo e a troca de conhecimento.  

A adaptação dos alunos ao modelo on-line se deu facilmente. Isso porque os alunos já utilizavam o Teams em sala de aula. A plataforma se tornou uma ferramenta essencial para manutenção da rotina sem prejudicar o ensino a curto, médio e longo prazo na escola. 

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